Arquivos para categoria: Conceitos

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Ruy Ohtake e Robert de Paauw fizeram, no dia 05/12, visita técnica ao Jardim Lapenna, quando foram recebidos pela equipe da Fundação Tide Setubal, representantes da Associação dos Moradores e o engenheiro João Batista Lino, da SABESP. Foi feito um percurso pelos pontos mais críticos de alagamento e verificado o coletor tronco existente, em especial onde é intersectado por galerias pluviais.

Ao final, uma discussão tratou das principais questões colocadas pelo projeto ZL Vórtice no Jardim Lapenna: a separação da área urbana da margem do rio, reduzindo os terrenos propícios à contenção de enchentes e o traçado proposto para o canal de infraestrutura e os dispositivos locais de drenagem, em relação à rede de saneamento da SABESP.

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Em encontro no FabLab da FAU-USP foram discutidos o projetos de drenagem e capacitação dos moradores locais que estão sendo desenvolvidos na área da várzea do Tietê. Estiveram presentes Paulo Fonseca (FabLab USP), Luiz Orsini (consultor, pertenceu ao Centro Tecnológico de Hidráulica da Poli-USP), Renato Daud (Gerente de Projetos da CDHU), Lígia Pinheiro e Eduardo Lopes (FabLab Garagem). Também participaram Cometa (Fundação Tide Setubal), Oswaldo Ribeiro (Acaleo / comitê da Várzea do Tietê) e Bola (Associação dos Moradores do Jardim Pantanal / Amojap).

A proposta consiste na implantação, com os moradores, de canteiros experimentais para o desenvolvimento de calçadas drenantes, combinando pré-fabricação em concreto e moldes feitos por modelagem e fabricação digital. Foram apresentados os primeiros exercícios de desenho e impressão digitais dos módulos.

IMG_2660Um encontro no FabLab da FAU-USP, dirigido por Paulo Fonseca, reuniu representantes do Instituto Alana, da Associação dos Moradores do Jardim Pantanal (Amojap), da Fundação Tide Setubal, do Fórum, da Associação dos Moradores do Jardim Lapenna e da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP). Renato Daud (Gerente de Projetos da CDHU), Robert de Paauw e o grupo Especialistas da Obra, de capacitação para construção civil, também participaram, além da equipe de ZL Vórtice e alunos da FAU.

A reunião serviu para discutir a proposta de criar um canteiro experimental, para desenvolver materiais e sistemas construtivos para habitação e infraestrutura em áreas críticas. Uma operação que atraia para a várzea novos aportes conceituais e tecnológicos, além de promover a participação ativa e a capacitação das comunidades locais. Na ocasião, Paulo Fonseca apresentou uma proposta _ calçada drenante, que combina pré-fabricação em concreto e modelagem digital _ que pode ser o ponto de partida das atividades do canteiro.

Regina Silveira apresentou o projeto Nossa Calçada em reunião do Forum dos Moradores do Jardim Lapenna, no Galpão de Cultura e Cidadania. A artista discutiu os procedimentos de design e produção da calçada. Os moradores foram convidados a sugerir possibilidades de composição cromática e figuras para o desenho do pavimento.

Na ocasião, foi também apresentado um projeto para uma praça localizada na área, desenvolvido por oficinas da Fundação Tide Setubal e da UnicSul. Foi acordada a realização de um encontro que integre as diferentes propostas para os espaços públicos do bairro.

Regina Silveira conduziu encontro no Viveiro Escola de União de Vila Nova, dedicado ao projeto Nossa Calçada. A atividade, organizada pela CDHU e o Pri Arcadis, contou com representantes do NUA e da Cooperativa Nova Esperança. Estiveram também presentes Beto Paiva e Leticia Achcar, que dirigem as outras oficinas direcionadas ao Parque Central. No encontro, a artista discutiu as alternativas de localização da calçada, ao redor do Parque, e os procedimentos de design e produção dos ladrilhos hidráulicos. Foram sugeridas várias possibilidades de composição cromática e figuras para o desenho do pavimento.

 

Começou a oficina de monitoramento ambiental, conduzida por Marcus Bastos e Samanta Fluture, no Galpão de Cultura e Cidadania, no Jardim Lapenna. Os primeiros encontros serviram para a apresentação e exercícios com o programa Arduíno, usando como exemplo a manipulação de um LED para a montagem de sensores. Foram discutidas possíveis aplicações, destacando-se o mapeamento do rio Tietê e córregos afluentes. A oficina poderá resultar na criação de uma estação que permita à comunidade detectar os pontos de poluição e medir os níveis da água, prevenindo enchentes.



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