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Urbanismo Infraestrutural

Na periferia da Zona Leste, a expansão urbana se deu ao longo dos eixos de transporte: os ramais ferroviários da CPTM, o metrô, a av. Radial Leste e, depois, a Jacú-Pêssego. Mais tarde a ocupação se deu também na várzea do Tietê, entre a linha do trem e o rio, em áreas de risco de enchentes, demandando dispositivos de drenagem e contenção das águas. Trata-se de um urbanismo infraestrutural, em que grandes obras ferro/rodoviárias e de escoamento fluvial sustentam operações de reestruturação de extensas áreas de ocupação desordenada e informal.

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O território

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A região pode ser recortada em três territórios principais:
A Várzea do Tietê – áreas de proteção ambiental, ocupações precárias e implantação de infraestrutura de contenção e drenagem de águas.
Penha / Aricanduva – a bacia fluvial e as áreas de risco (enchentes), nova linha de metrô, sistema viário e ocupações precárias.
Entre-Rios – implantação de infraestrutura viária (av. Jacú-Pêssego e complexo de Itaquera), parque linear Rio Verde e o polo industrial do Carmo.
Informações e material cartográfico obtido com o apoio da Emplasa, CDHU e SMDU / SP Urbanismo.

Apresentação Completa – PDF

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