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Anna Dietzsch – Máquina drenante – lagoa de retenção, reuso de entulho e tratamento de esgoto. Demarcação das duas lagoas existentes com a reconstrução de suas bordas/margens, usando blocos articulados, gabiões e plantio. Visa a preservação e ativação do meandro (lagoas) como dispositivo de contenção de enchentes. Reutilização de resíduos de construção para fabricação dos elementos construtivos. Tratamento do esgoto doméstico através de sistema “wetland”. Fabricação e instalação de protótipo na beirada de uma das lagoas, conectado a casas existentes.

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Paulo Fonseca – Laboratório de Fabricação Digital da FAU-USP. Módulos pré-fabricados para drenagem de águas pluviais (calçadas drenantes). Sistema de calçadas drenantes, com galeria para escoamento de água pluvial e tubulações para esgoto, composto por moldes pré-fabricados em concreto.  As fôrmas são modeladas e executadas a partir de processo de fabricação digital. Estrutura arquitetônica suspensa sobre pilares, para facilitar a convivência com enchentes. Será implantado um trecho da calçada, partindo da edificação até uma das lagoas.

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Regina Silveira – Nossa calçada – Laboratório de Microestrutura e Ecoeficiência Poli-USP – Prof. Rafael Pileggi. Calçada desenhada em conjunto com as comunidades e fabricada no local. Os elementos modulares coloridos formam palavras e imagens, configurando a identidade de cada bairro. Uso de piso intertravado em concreto, permeável e colorido, que permita a fabricação e a manutenção do calçamento pelas próprias comunidades. Construção de um modelo de espaço público, com mobiliário urbano.

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Robert de Paauw – Reconformação topográfica – Valas e calhas para escoamento pluvial. Protótipo de sistema de escoamento de água pluvial. A proposta visa trabalhar a área para achar os caminhos da água, integrando as soluções de drenagem com a paisagem e o uso. A condução da água de chuva se faz através de valas drenantes, resultantes da re-conformação topográfica, e com queda em direção ao rio. As valas são preenchidas com brita proveniente da reciclagem de resíduos de demolição de construções. Para mais info, ver: https://zlvortice.wordpress.com/

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O canteiro ZL Vórtice está sendo instalado no Jardim Pantanal, na várzea do Tietê, num grande terreno mantido pelos moradores. A área acompanha uma curva do rio, num desenho que ainda apresenta o comportamento do meandro, com duas lagoas. O terreno é em parte aterrado, elevado com relação ao rio, e em parte fica praticamente ao nível d`água, mantendo as características originais da várzea, com trechos inundáveis. As diferentes topografias favorecem a experimentação, a instalação de dispositivos alternativos de escoamento ou contenção de águas.

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A proposta é apresentar ali os protótipos do projeto ZL Vórtice. O canteiro funcionará como um espaço de experimentação e formação dos laboratórios que estão dando suporte técnico para o desenvolvimento dos projetos. Um posto avançado de investigação numa área crítica, um laboratório de campo, permitindo que a pesquisa e a experimentação de materiais, tecnologias e procedimentos construtivos sejam feitas diretamente nas condições da várzea. Uma unidade de produção será instalada ali, de modo que todos os elementos modulares que compõem os projetos sejam fabricados no local, pelos moradores.

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Como é configurado o terreno do canteiro? A hipótese inicial é que se trata de um meandro abandonado, fortemente impactado pela extração de areia das lagoas. Uma estrutura topográfica e hidrológica complexa, resultante do comportamento dinâmico do rio. Pesquisas geomorfológicas estão sendo feitas para determinar as características da área e sua inserção no sistema fluvial. O terreno é resultado da luta dos moradores, em particular o Nequinha e a Amojap, por um espaço comunitário, contra as tendências desagregadoras da ocupação desordenada e do crime. Mas o aterramento e a contaminação por esgoto são evidentes, podendo logo destruir o meandro.

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Começou a fabricação dos testes dos módulos do projeto de calçadas drenantes do Fab Lab SP, da FAU-USP, dirigido pelo Prof. Paulo Fonseca. Foi realizado um encontro com a equipe de moradores da várzea do Tietê, organizada pela Associação dos Moradores do Jardim Pantanal, que será responsável pelo gerenciamento dos canteiros locais, onde essa infraestrutura vai ser produzida pelas próprias comunidades. A aquisição de material e a participação dos moradores foram viabilizadas graças a apoio do Instituto Alana.

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Foi apresentada uma primeira versão da fôrma, feita por modelagem e fabricação digital, dos módulos de calçadas drenantes. O protótipo servirá para avaliar o design da peça e para produzir os primeiros módulos em microconcreto, a ser feito pelos moradores em conjunto com a equipe do FabLab SP.

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Está sendo preparada, no Laboratório de Microestrutura e Ecoeficiência dos Materiais da Poli-USP, dirigido pelo Prof. Rafael Pileggi, a fabricação dos pisos para o teste do projeto Nossa Calçada, de Regina Silveira. Foi realizada uma sessão de trabalho com uma equipe de moradores da várzea do Tietê, organizada pela Associação dos Moradores do Jardim Pantanal. Eles serão responsáveis pelo gerenciamento dos canteiros locais, onde essa infraestrutura vai ser produzida pelas próprias comunidades. A participação dos moradores foi viabilizada graças ao apoio do Instituto Alana.

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O encontro serviu para a apresentação dos primeiros protótipos, em escala reduzida, dos pisos e para os moradores experimentar fazer a mistura e moldar elementos, com pigmentos. O encontro foi acompanhado por professores do curso de Design Educacional da UNIFESP e por alunos do TIDD – PUC/SP. Para mais info, ver https://zlvortice.wordpress.com/

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Cerca de 40 moradores de União de Vila Nova, Jardim Lapenna e Pantanal visitaram o Laboratório de Fabricação Digital da FAU. A visita inicia o acompanhamento dos testes preparatórios do projeto de calçadas drenantes de Paulo Fonseca.

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Na primeira visita foram apresentados os equipamentos e procedimentos dos laboratórios, de modo a permitir uma maior integração dos moradores com a proposta e equipes e instalações da universidade. A visita foi organizada pelo Instituto Alana, a Fundação Tide Setubal e a CDHU, com a participação da Amojap, do Viveiro Escola e da Associação dos Moradores do Jardim Lapenna.

 

 

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Cerca de 30 moradores de União de Vila Nova, Jardim Lapenna e Pantanal visitaram o Laboratório de Microestruturas da Poli, dirigido pelo prof. Rafael Pileggi, no último dia 12. A visita dá início ao acompanhamento dos testes preparatórios do projeto Nossa Calçada de Regina Silveira.

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Nessa primeira visita foram apresentados os equipamentos e procedimentos dos laboratórios, de modo a permitir uma maior integração dos moradores com as propostas e equipes e instalações da universidade. A visita foi organizada pelo Instituto Alana, a Fundação Tide Setubal e a CDHU, com a participação da Amojap, do Viveiro Escola e da Associação dos Moradores do Jardim Lapenna.